Estudante de programação usa IA como amplificador, não piloto automático, em rotina de estudos
Um estudante de tecnologia relata que o mercado de software em 2026 se dividiu, com vagas de entrada em tarefas repetitivas sendo substituídas pela IA. Para não se tornar substituível, ele decidiu usar modelos de linguagem apenas para organizar e contextualizar seu aprendizado, mantendo o raciocínio nas próprias mãos. Ele registra aulas da Fatec à mão quando há desenhos na lousa e em Markdown no Obsidian quando são slides, com uma rotina automatizada que reorganiza as anotações e pesquisa dúvidas marcadas durante a aula. O método exige, porém, que ele releia cada nota com atenção, pois a IA não substitui a leitura ativa. A abordagem é apresentada como alternativa ao uso da IA para entregar código pronto nos estudos de programação.
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